segunda-feira, 1 de junho de 2009

A questão da leitura no Brasil

A leitura pode ser uma fonte tanto de prazer como de aprendizagem. A questão de muitas pessoas no Brasil não conseguirem ter essa noção da leitura deve-se ao fato de não terem sido incentivadas e/ou cativadas a ler desde pequenas. Então para que haja um público leitor no Brasil, deve-se incentivar a leitura como uma fonte de prazer e emoção.

O ser humano geralmente sempre busca o que proporciona bem-estar, e afasta-se das coisas que não lhe fazem sentir-se feliz. Se a leitura for apresentada a uma pessoa como algo que proporciona sensações boas ou prazer, com certeza essa pessoa vai querer ler sempre mais.

Em conclusão, para que exista pessoas com o hábito de ler no Brasil, tem que haver uma promoção da leitura como algo prazeroso.E também cabe as instituições de ensino juntamente com o poder público, criar políticas públicas de incentivo a leitura.

domingo, 10 de maio de 2009

Tutelados ou livres?

Fomos dominados pelas máquinas que inventamos? Vivemos em um século, no qual o uso de recursos tecnológicos é intenso. Muitas vezes não conseguimos distinguir necessidade de vício. Impulsionados pelas teorias capitalistas, juntamente com a curiosidade natural de cada ser humano, fica difícil apresentar um resposta em relação à pergunta de início. Veremos o porquê.

O capitalismo surge em nossas vidas. Com ele vem a mídia emitindo em doses maciças ideias de consumo excessivo. Passamos a comprar mais e consumir mais. A demanda por produtos de diversas utilidades aumena e também cresce o leque de produtos à venda. As pessoas compram, e as fábricas e as empresas criam mais e mais máquinas. E nós novamente compramos. Ao final disso não sabemos discernir se somos seres tutelados ou livres.

Devemos ter consciência que somos muitas vezes influenciados pela mídia, mas lembrando que máquinas não dominam pessoas, pessoas é que se deixam dominar. Nossa tarefa é saber separar a nossa vontade, da vontade dos meios de comunicação.

sábado, 25 de abril de 2009

Falsos Educadores

Sabe-se que era utilizada a palmatória pelos professores como forma de punição por algum ato indevido praticado por um aluno.Sabe-se também, que não utiliza-se mais da força material para advertir um aluno, pois tanto a violência física como a verbal são consideradas crimes. Porém, tais formas de agressão persistem nas salas de aula.

Uma das causas dessas ocorrências é a falta de fiscalização do estabelecimento de ensino e dos responsáveis dos alunos. Como também o descaso às reclamações provenientes dos alunos. Por sua vez, esses professores , cometem tais transgressões em sala de aula, pois utilizam-se de ameaças e apóiam-se na falsa concepção que há na sociedade, de um modo geral, que os adolescentes são rebeldes e os professores sempre cooperam para o bem do corpo discente.

Em suma, é notório a incapacidade de certos professores em exercer a profissão de lecionar. Cabe as instituições de ensino e aos responsáveis dos alunos uma maior fiscalização do corpo docente e orientar aos estudantes que comuniquem qualquer infração cometida por um professor.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Sorria mais e leve a vida simplesmente

Viver em sociedade não é tão fácil.Conviver com pessoas completamente diferentes, com gostos variados, pensamentos e ideias distintos dos nossos e manter o bom humor, se torna um grande desafio. Além das diferenças entre os indivíduos, vale ressaltar que vivemos em uma sociedade globalizada. Sociedade, a qual, se caracteriza pela rapidez e pela produção e consumo em massa.

Com apenas esses dois exemplos, já podemos perceber como é estressante nosso dia-a-dia: De um lado o desafio da convivência e de outro o desafio de sermos nós mesmos em meio a ditadura globalizada, que tenta o tempo todo nos persuadir com seus ideiais de felicidade e de como viver.

Apesar das dificuldades cotidianas apresentadas, o senso de humor surge como um modo de vivermos em sociedade e não apenas sobrevivermos. Quando passamos a levar a nossa vida sob a optica do bom humor, a qual leva na esportiva muitos acontecimentos rotineiros, passamos a viver com mais leveza e menos estresse. O que antes nos irritava demasiadamente, agora passa a ser apenas mais uma de nossas risadas.


É lógico que vamos ter momentos em que vamos nos estressar , porém o trunfo está em utilizar o bom humor, pois é a única forma de vivermos sem deixarmos nos abater pelas tribulações do dia-a-dia.

terça-feira, 31 de março de 2009

Governo hostil

Em 2002, após o ataque terrorista do dia 11 de Setembro, os Estados Unidos lançam um documento, o qual contém uma série de determinações para as áreas político-militar e econômica. Tais determinações foram apelidadas de “Doutrina Bush”, a qual busca defender os interesses econômicos dos E.U.A.

Sob o pretexto que havia armas de destruição em massa e que o governo iraquiano mantinha relações com grupos terroristas, os EstadosUnidos lideram uma ofensiva militar contra o Iraque.
Vejamos: Qual seria um desses interesses econômicos que a Doutrina Bush visa defender? A obtenção de petróleo. Matéria-prima de grande importância para a economia norte-americana.
Sabemos também que o Oriente Médio é uma região rica em petróleo e gás natural. Outro fato de suma importância é que os inspetores da ONU não encontraram nenhuma arma de destruição em massa no território iraquiano, como havia dito os Estados Unidos.


Após a leitura de tais argumentos, podemos chegar a conclusão de que os Estados Unidos da América ao executarem essa ofensiva contra o Iraque só estavam interessados em expandir seu domínio pelo globo de forma impetuosa e mostrar o quão poderosos são. Pois havia outras formas de obter o petróleo sem ser pela guerra. Como os Estados Unidos vinham fazendo anteriormente. A Guerra no Iraque foi uma afirmação de poder perante ao mundo.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Abaixo ao assassinato.

O aborto deve ou não deve ser legalizado? Algumas pessoas dirão que sim, pois é um direito da mulher. E outras dirão que não, pois é um assassinato. Eu direi não também. Não ao aborto. Não à banalização da vida. Não à banalização da morte.

Informações de como se prevenir há em vários lugares desde o colégio à mídia. Uma gravidez pode ser evitada de várias formas diferentes, tais como : pílulas anticoncepcionais , camisinha, DIU, laqueadura, etc. Mas mesmo assim mulheres engravidam. Recorrem ao aborto, um método com muitos riscos, mesmo sendo feito legalmente. Enquanto poderiam ter evitado correr esses riscos se prevenindo.

Além de por em risco sua própria vida, a mulher mata uma vida. Ela mata um ser inocente que não teve culpa de sua irresponsabilidade. Muitos julgam que um feto só se torna um ser humano quando o mesmo se já está com sua estrutura física formada, enquanto isso não ocorre ainda não podemos tratá-lo como uma pessoa. Mas esses indivíduos que pensam dessa forma esquecem-se que um dia foram um amontoado de células sem forma.

Em suma, há nos tempos atuais, uma certa tendencia à banalização da vida e à banalização da morte. Não podemos deixar que o aborto seja legalizado. Não podemos permitir que o assassinato vire trivial. Não devemos incentivar a irresponsabilidade e sim a responsabilidade ao direito a vida. Direito inalienável do homem.

sexta-feira, 13 de março de 2009

A menina e a lua.

Após a leitura do livro"Ainda lembro" do Jean Wyllys, me bateu uma inspiração e resolvi escrever esse pequeno conto.

Ainda que não pudesse ver, ela via nitidamente. Via o céu, que sua mãe lhe contara, com todas as estrelas brilhantes e a lua a iluminar a noite. A noite que nos dá a certeza que amanhã fará sol e juntamente com esse novo dia, uma nova página do livro de nossas vidas a escrever. Mas não para ela.
Ela que preenchia com letras e gravuras o livro de sua vida à noite, pois a noite era a metade de sua alma. Era na presença dos corpos celestes e na ausência da luz do dia que ela se sentia completa, se encontrava.
Dançava com as Três Marias cantigas primitivas cantadas a uma voz tão sublime, tão doce, tão envolvente que era a voz da lua. Todas as noites ela saía do seu aprisionamento e ia viver junto daqueles que a queriam tão bem.
Ainda que não pudesse ver, ela via as estrelas e a lua indo buscá-la para assim, todos juntos dançarem, rirem, cantarem. Para que todos pudesse ser eles mesmos sem precisar de mais nada.
Pois só com a luz proveniente de cada um deles, que ela se sentia bem. O sol, a luz do dia, iluminava muito, todos podiam ver seu "problema" e ssim ela não fazia parte do todo.

Mas à noite, ninguém quer ver tudo.Apenas se contenta com seus outros sentidos. Sentidos talvez mais importantes do que aquele que lhe faltava.
À noite ela se sentia em casa, pois aqueles que a vinham lhe buscar todas as noites, não queriam ver tudo, eles se contentavam apenas com o sentir.

Ainda que não pudesse ver, ela sentia.

Ela tinha sentimentos.